sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
sábado, 12 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
VERÃO - Kalidasa
Verão Foto: Fred Matos
Kalidasa (Tradução: Maurice Wrigth)
O perfume que os leques de seda
Espalham sobre os seios das belas mulheres,
As pérolas sobre a pele bronzeada,
As canções, o som das harpas
E o canto das aves,
Tudo isso desperta o deus do amor,
Fazendo nascer novas alegrias e novos tormentos.
Kalidasa (Tradução: Maurice Wrigth)
O perfume que os leques de seda
Espalham sobre os seios das belas mulheres,
As pérolas sobre a pele bronzeada,
As canções, o som das harpas
E o canto das aves,
Tudo isso desperta o deus do amor,
Fazendo nascer novas alegrias e novos tormentos.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
EU NÃO SOU - RAMANA MAHARSHI
1. O CORPO FÍSICO
2. OS 5 ORGÃOS OLHOS OUVIDO NARIZ LINGUA PELE
DE PERCEPÇÃO -------- ---------- ------- ---------- ------
SENSORIAL VER ESCUTAR CHEIRAR GOSTO TATO
3. OS 5 ORGÃOS VOCAL (articulador da palavra)
DE ATIVIDADE MÃOS E PES (governam os movimentos)
EXTERNA ÁNUS (excretor da matéria)
GENITAIS
4. AS 5 FÔRÇAS RESPIRAÇÃO, DIGESTÃO, ASSIMILAÇÃO,
VITAIS QUE CIRCULÇÃO, TRANSPIRAÇÃO, EXCREÇÃO
CONTROLAM
5. A MENTE PENSANTE
6. NEM MESMO, AQUÊLE ESTADO INCONSCIENTE DE IGNORÂNCIA
QUE MERAMENTE RETEM AS LATÊNCIAS SUTIS DA MENTE.
O QUE SOBRA, O QUE RESTA, O QUE FICA, O QUE PERMANENCE,
ISTO É O QUE EU SOU (CONSCIÊNCIA)
Extraído do livro Auto investigação
2. OS 5 ORGÃOS OLHOS OUVIDO NARIZ LINGUA PELE
DE PERCEPÇÃO -------- ---------- ------- ---------- ------
SENSORIAL VER ESCUTAR CHEIRAR GOSTO TATO
3. OS 5 ORGÃOS VOCAL (articulador da palavra)
DE ATIVIDADE MÃOS E PES (governam os movimentos)
EXTERNA ÁNUS (excretor da matéria)
GENITAIS
4. AS 5 FÔRÇAS RESPIRAÇÃO, DIGESTÃO, ASSIMILAÇÃO,
VITAIS QUE CIRCULÇÃO, TRANSPIRAÇÃO, EXCREÇÃO
CONTROLAM
5. A MENTE PENSANTE
6. NEM MESMO, AQUÊLE ESTADO INCONSCIENTE DE IGNORÂNCIA
QUE MERAMENTE RETEM AS LATÊNCIAS SUTIS DA MENTE.
O QUE SOBRA, O QUE RESTA, O QUE FICA, O QUE PERMANENCE,
ISTO É O QUE EU SOU (CONSCIÊNCIA)
Extraído do livro Auto investigação
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
A RODA DAS ARMAS AFIADA
A Roda das Armas Afiadas
Um Treinamento Mahayana da Mente
Por Dharmaraksita
Texto Trazido da India por Atisa (982-1054) Trad. do tibetano por Geshe Ngawang Dhargyey et alii. Trad. em Port. de R. Samuel
15.
Quando nós nascemos em condições opressivas e
miseráveis,
Esta é a roda de armas afiadas retornando,
Círculo dentro de nós cheio de injustiças que fizemos.
Até agora nós sempre tivemos uma perspectiva
negativa—
Nós criticamos os outros, vendo só suas falhas.
Daqui por diante cultivemos sentimentos positivos
Vendo nossos ambientes como imaculados e puros.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
25 DE NOVEMBRO: DIA MUNDIAL SEM CARNE (Meatless Day)
O Dia Mundial sem Carne, Meatless Day, é uma campanha lançada para envolver tanta gente quanto possível num compromisso de se abster de toda a comida oriunda de violência (carnes bovinas, de aves, peixes, etc), pelo menos neste dia.
Essa campanha foi criada pela Missão Sadhu Vaswani, de um santo da Índia moderna cuja filosofia de vida inclui compaixão por todas as criaturas. Sadhu Vaswani foi um Profeta da Reverência à Vida, a voz dos sem voz. A campanha do Meatless Day é um alerta sobre a destruição provocada pela inconsciência do homem que queima as matas sem a menor compaixão pelas espécies que vivem nas florestas.
Um alerta para o homem que ainda guarda o espírito predador, que retira de seu habitat os animais, deformando sua constituição genética para o próprio prazer e uso; o homem que fere mortalmente a terra da qual obtém a vida; o homem, único animal realmente nocivo, que mutila, fere e mata, sob tormentos cruéis, animais sem defesa.
Um alerta para que este ser chamado homem, detentor único da racionalidade, corrija suas atitudes, resgate o respeito pelos seus semelhantes e viva em harmonia e reverência com o milagre diário da Natureza.
Neste dia, alimente um animal, ao invés de se alimentar dele!
--------------------------------------------------------------------------------
Texto extraído do Jornal de Yoga, boletim informativo da Casa de Yoga Shanti Om, nº 25, de outubro/novembro/dezembro de 2001, ano VI, de Joinville, SC. Digitado por Cristiano Bezerra em novembro de 2001.
Essa campanha foi criada pela Missão Sadhu Vaswani, de um santo da Índia moderna cuja filosofia de vida inclui compaixão por todas as criaturas. Sadhu Vaswani foi um Profeta da Reverência à Vida, a voz dos sem voz. A campanha do Meatless Day é um alerta sobre a destruição provocada pela inconsciência do homem que queima as matas sem a menor compaixão pelas espécies que vivem nas florestas.
Um alerta para o homem que ainda guarda o espírito predador, que retira de seu habitat os animais, deformando sua constituição genética para o próprio prazer e uso; o homem que fere mortalmente a terra da qual obtém a vida; o homem, único animal realmente nocivo, que mutila, fere e mata, sob tormentos cruéis, animais sem defesa.
Um alerta para que este ser chamado homem, detentor único da racionalidade, corrija suas atitudes, resgate o respeito pelos seus semelhantes e viva em harmonia e reverência com o milagre diário da Natureza.
Neste dia, alimente um animal, ao invés de se alimentar dele!
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Texto extraído do Jornal de Yoga, boletim informativo da Casa de Yoga Shanti Om, nº 25, de outubro/novembro/dezembro de 2001, ano VI, de Joinville, SC. Digitado por Cristiano Bezerra em novembro de 2001.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
AUTOCONHECIMENTO - SWAMI DAYANANDA SARASWATI
Então, o que eu sou? Em termo de realidade sou um mortal? Serei as células que constituem meu corpo físico? Serei meus pensamentos ou serei mais? Este assunto está sujeito a um questionamento.
Exatidão em termo de um conhecimento bem-estabelecido a respeito de mim mesmo não ocorre sem que eu analise e negue aquilo que não sou. Devo ser capaz de negar todas as noções que tenho mantido acerca de mim mesmo e claramente ver o que sou. Aqui não estamos falando sobre uma exatidão de convicção ou determinação, falamos sobre o autoconhecimento, jnanam , que pressupõe muita analise.
Queremos ser o total e acontece que somos o tal. É por isso que não podemos aceitar nada menos do que isso.
Os prefixos upa e ni referem-se a um conhecimento bem-estabelecido sobre aquilo que é o mais próximo: atma. Este conhecimento é o que significa autoconhecimento. No despertar deste conhecimento, tudo o que é indesejável, todo sofrimento é desgastado e destruído.
Agora a questão é se esses sentimentos indesejáveis poderão retornar. Posso destruir o sofrimento temporariamente indo dormir, mas ao despertar, a tristeza retorna. Não é essa desintegração semelhante ao corte de uma árvore? A árvore é cortada, mas se suas raízes não forem arrancadas, o que originou a arvore permanecerá, tornando possível o seu retorno. O que veio uma vez pode voltar. Assim como as dores de cabeça e a fome: nós as removemos, mas elas voltam. Da mesma forma, os sofrimentos que são temporariamente resolvidos podem retornar.
Se o autoconhecimento remove o sofrimento apenas temporariamente, não é a ultima resposta para acabar com o sofrimento humano. Este problema é tratado pelo segundo significado da raiz sad: destruindo ou arrancando totalmente. Assim como uma arvore deve ser arrancada com sua raiz para ser eliminada permanentemente, o conhecimento definitivo do Ser destrói o sofrimento juntamente com sua causa, de modo que não aja possibilidade de ele retornar. Como o autoconhecimento destrói todo sofrimento, a causa só pode ser a auto-ignorância – ajnanam.
Extrído do “As Upanishads e o autoconhecimento”
Vidya – Mandir Editorial - 1998
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