Verão Foto: Fred Matos
Kalidasa (Tradução: Maurice Wrigth)
O perfume que os leques de seda
Espalham sobre os seios das belas mulheres,
As pérolas sobre a pele bronzeada,
As canções, o som das harpas
E o canto das aves,
Tudo isso desperta o deus do amor,
Fazendo nascer novas alegrias e novos tormentos.
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
SABEDORIA SECRETA DAS PLANTAS

Foto: Fred Matos
Existe um imenso oceano de sabedoria dos povos antigos sobre as planta medicinais e caminhos para uma vida saudável que foram praticamente esquecidos. O distanciamento da natureza como origem levou o ser a acreditar que tudo nasce pronto e com isto começou a fase do esquecimento sobre os caminhos da construção.
A vida não é pronta, ela é construída. A saúde, a família, o trabalho e a busca da essência não estão prontos como muitos de nós queremos.
A verdadeira magia se encontra em cada um de nós que somos capazes de construir. Neste caminho os antigos povos de sabedoria buscaram na natureza a sabedoria que ela tem para ensinar.
O antigo povo Tubakwaassu aprendeu sobre a existência através da observação da natureza, desde o invisível para a materialização no visível, seguindo esta sabedoria milenar podemos considerar a existência de dois ciclos da manifestação de vida de um vegetal: o ciclo das freqüências e o ciclo manifestado. O primeiro refere-se ao período no qual a planta ainda é essência em movimento, encontrando-se em um outro espaço e tempo e manifestando uma outra velocidade que não é perceptível para o nível mais denso. Este plano denso é conhecido como plano físico, aonde já ocorre a materialização de uma massa compatível com uma reduzida velocidade e com um espaço estruturado em três dimensões, aonde a massa é aferida através de sua altura, largura e comprimento.
A eletricidade, as ondas cromáticas, sonoras e o magnetismo são observados, dentro deste trabalho, como os níveis mais próximos das freqüências já citadas, sendo eles os níveis intermediários entre o visível e o invisível, entre a essência em movimento e o plano manifestado.
Enquanto o vegetal se expande como freqüências no ciclo da essência em movimento, é imperceptível devido às condições limitadas das percepções sensoriais da visão, do tato, paladar, olfato e audição. Quando o ser, com a percepção apurada, que age em níveis mais sutis, produz a conexão com estas potências, pode captá-las e realizar uma leitura de seu movimento.
O ciclo manifestado se dá quando as freqüências já materializaram, através de seus entrecruzamentos, as formas de vida atuantes no plano visível. No caso do vegetal, por exemplo, trata-se do ciclo de vida material de sua existência, sendo este ciclo um caminho de manifestação da erva, que começa com a semente, após vem a raiz, o broto, folhas, flores, frutos e, retornando, vai novamente manifestar as sementes.
O ciclo de um vegetal ensina que a sua origem é a de ser freqüência, e que se materializou, moldando no plano material um corpo constituído de uma massa capaz de existir neste meio, mas, mesmo assim, continua sendo essência em movimento. Então, de uma maneira mais próxima do entendimento corriqueiro, podemos considerar que é uma essência que vestiu um corpo, porém, este corpo também é extensão desta essência, pois ele só existe por causa dos movimentos tecidos por esta potência em movimento.
Por este motivo, a essência não é do outro lado, no outro plano, em outra dimensão, mas em tudo no todo; o corpo é tão sutil quanto material, e assim é para todas as formas de vida manifestada.
A semente que, nascida de dentro para fora, tornou-se material, é bem menor que o vegetal. Desta maneira, é ele, o vegetal reunido, ou seja, uma semente de sumaúma de cinqüenta metros de altura, traz toda esta gigante árvore dentro de si.
A semente é a reunião de toda a sabedoria da mais antiga árvore daquela espécie, porque mesmo sendo nova, reúne dentro de si toda a manifestação do vegetal, tal e qual o mais antigo que já existiu no planeta Terra. É ela, a semente, a Mãe da raiz, do broto, do caule, das folhas, flores e frutos; todas estas manifestações de um vegetal são suas filhas, que trazem a missão de estender a sabedoria de sua Mãe no ciclo contínuo do existir.
A gestação é em tudo e se manifesta em cada movimento de vida do vegetal; em cada passagem de uma etapa para outra, a Mãe vai gerando filhas que, por sua vez, vão se tornando Mães que também gerarão filhas e, assim, continuamente.
Também é importante observar que cada período do vegetal ensina sobre uma fase da vida, como segue:
- a semente é o feto dentro do útero Mãe que é a terra. Ela encontra-se tão reunida à sua potência que ainda não expressa, de maneira visível, seu crescimento e seu desenvolvimento: é uma vida aguardando o momento de nascer;
- a fase da brotação é o nascimento, período em que a Mãe terra pariu a sua filha;
- o broto é o período da infância. O vegetal necessita ser bem nutrido para crescer e se desenvolver;
- o tronco, os galhos e as folhas mostram o amadurecimento da planta até chegar em sua fase adulta;
- a primeira floração identifica a passagem da fase de criança para a fase adulta. Neste período o vegetal se encontra pronto para que ocorra o movimento da fecundação;
- o fruto é o período da gravidez.
Neste contínuo caminho a planta vai envelhecendo, tornando-se anciã, e segue para o retorno à sua origem como essência em movimento.
Por Ramy Shanaytá - ramyshanayta@kvt.org.br
Extraído do site: www.somostodosum.com.br
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Sugiro o livro Autobiografia de um Iogue, de autoria de Paramahansa Yogananda (Lotus do saber Editora) para quem se interessar pelo assunto, o capitulo 8 Jagadis Chandra Bose, Grande cientista da Índia, pagina 74.
Dila
quinta-feira, 10 de junho de 2010
OBRIGADA LIKO!
De Fred Matos para mim,
amalgama
sempre te amei
como se o orvalho
acarinhasse a flor
antes da alvorada
e pingasse mel
sobre dálias nuas
e as minhas mãos
estivessem nas tuas
tal teus meus olhos
amalgamados
na órbita da lua.
pinga, beijos, abarás e chocolate
nem um milhão de abarás
vale tanto quanto o teu sorriso
por ele tenho um sonho nos olhos
e na linha do horizonte posso ver
o vento carregando a chuva
vindo regar nosso canteiro
sinto o sol mornando a pele
e pão na boca de toda gente
e pinga da boa
que nem de pão somente
faz-se uma boa refeição.
nos lábios tenho uma canção
que ecoa na serra das almas
e na alma da civilização
e enquanto este dia não vem
na escuridão da noite
o que me abate
é o cotidiano combate
em cujas tréguas trocamos
beijos ardentes
e chocolate
um pouco de jazz
trouxeste-me um sonho
tatuado na pétala alva
que envolve tua utopia
tomei-o para mim
tal tomaria se fosse
filho dos teus desejos
mecha dos teus cabelos
ruga da tua face
é um sonho tranqüilo e risonho
que nem desperto se desfaz
um sonho de matizes verdes e azuis
agora
porém
um pouco de jazz
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL E UM ANO NOVO NOVO!
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